FAPESP/FINEP irão apoiar desenvolvimento de nova tecnologia para telhados verdes.

A FAPESP e a Finep acabam de anunciar que o Instituto Cidade Jardim foi selecionado para o programa Cidades Inteligentes-Cidades Sustentáveis, uma iniciativa conjunta que irá apoiar o desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores para transformação do ambiente urbano.

Os resultados da seleção foram divulgados neste mês de março e é com grande orgulho que compartilhamos esta notícia com todos vocês que acompanham de perto nosso trabalho!! Puderam participar da chamada microempresas, empresas de pequeno porte, pequenas empresas e médias empresas brasileiras, sediadas no Estado de São Paulo e constituídas, no mínimo, 12 meses antes do lançamento do edital. Apenas 10 projetos foram selecionados.

Ao longo dos próximos 2 anos, iremos trabalhar no desenvolvimento técnico e comercial de uma das primeiras patentes verdes concedidas no Brasil, e que é o sonho de consumo de qualquer um que queira fazer um telhado verde: um sistema que não precisa de impermeabilização.

Esta é uma nova técnica que evita os medos de problemas com impermeabilização, simplesmente porque elimina a necessidade de qualquer impermeabilização. Por isso, promete tornar muito mais acessível a conversão de qualquer telhado seco em um telhado verde, vivo. O novo sistema também poderá facilitar o cultivo de alimentos em pequena e grande escala, ajudando a ampliar o espaço dedicado a agricultura urbana“, comenta Sérgio Rocha, diretor executivo do Instituto Cidade Jardim e pesquisador responsável pelo projeto.

Segundo a divulgação do programa, uma “cidade inteligente é uma construção evolutiva, num processo que envolve a constante busca de resolver problemas por meio de soluções disruptivas, fazendo-se uso de materiais integrados com sensores, dispositivos eletrônicos e redes de comunicação, os quais são ligados com sistemas computadorizados, para análise de dados a partir de algoritmos inteligentes que tomam decisões“.

Para fazer com que esta novidade chegue logo ao mercado, iremos investir na avaliação do desempenho do produto, estabelecer parâmetros industriais e comerciais, e buscar parceiros interessados no licenciamento para produção e distribuição do produto. Parte dos lucros obtidos com as vendas do produto serão reinvestidos na própria FAPESP para fomentar novas pesquisas no país.

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